Alberto Pimenta, de nada

De regresso à grande poesia política como os grandes poetas sempre a praticaram: rosnando ferozmente à atualidade com as patas bem assentes em tudo o que a cultura do passado rosnou às atualidades que historicamente nos foram calhando. Se há alguma coisa que a poesia política sabe sobejamente é isto: não há paraíso perdido; a grande criação humana existe desde sempre; a grande estupidez humana existe também desde sempre e é dotada de uma inteligência deveras letal. A Europa de hoje como IV Reich (o verso não tem esta ordem sintática, mas o seu sentido é este) é exemplo bastante disso. A ela pertence esta obra grande, como na teologia se dizia que onde o pecado abunda, a graça superabunda.

2 comentários:

Margarida Rodrigues disse...

Aprecio muito o seu blog. Todos os dias tenho visitado o mesmo e delicio-me com os seus posts. Espero que continue com o bom trabalho.

Cumprimentos

Margarida Fonseca Dias

www.europeanemaildatabases.com

Domingos da Mota disse...

Um dos bons livros de poemas que li ultimamente.