O momento é o mesmo que a zona: a vida como ela sempre foi, mas impercetivelmente diferente e melhor. O gesto que procura coincide com o livre fluir da coisa procurada. A bondade do objeto em não desiludir a lei que o sujeito pensa ter encontrado é uma boutade científica, sem dúvida, mas é também uma verdade artística e existencial. Com esta diferença: na zona não há sujeito nem objeto, apenas movimento e fim do movimento. Tal como na vida vista a partir da experiência.
Momento, razão três
Luís Mourão
17.4.11 |
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