Há dias. Não demasiado longos. Não demasiado cruéis. Não absolutamente nulos. Mas um cansaço tão real nos olhos e na nuca. Um frio tão objectivo de cutelo. Apagar a luz e demorar tanto a ser noite. Há dias.
O manso apocalipse
Luís Mourão
24.2.08 |
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