De um para outro, a repetição não existe. De poeta para poeta, de artista para artista, a repetição não existe. Existem coisas reiteradas, segundo os meios próprios que cabem a cada um. Podemos acentuar o que se aproxima ou o que se distancia, jogar na variação ou na diferença — mas temos sempre duas coisas de que falar, não apenas uma. De um para outro, não é sempre a mesma coisa. Aliás, nunca é a mesma coisa.
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This entry was posted on 26.10.09
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