Geometria sensitiva. E afinal melódica.
E essa coisa extraordinária de um mundo vasto, mas perfeitamente singular, se poder definir ou identificar por dois ou três traços. Aquilo que nos leva a dizer: ah, isso é philip glass... Mesmo que não seja, passa a ser. É essa a força dos grandes.
Em palco, um homem simples e afável. Mais a música que ele. Como deve ser.
Foi até muito bom
Luís Mourão
25.6.07 |
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