Não, não é a melancolia, a delicadeza, o impresionismo. É mesmo a dor dilacerante, o fio de corda que estendemos sobre esse abismo, e atravessá-lo como se deambulássemos por paisagens capazes de hospitalidade. É por isso que se regressa uma e outra vez a Evans.
Regressar
Luís Mourão
20.6.07 |
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