Também esse navio
distante cruzando o alto mar
as gaivotas poisadas sobre o paredão
uma bicicleta cortando o negro liso do alcatrão —
tudo isso me sossega
devagar.
Bernardo Pinto de Almeida, A Noite
Relógio D'Água, 2006
Sossega
Luís Mourão
14.3.06 |
0 Comments
This entry was posted on 14.3.06 You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário