A INFÂNCIA
Eu prefiro pensar que não fui eu
mas sei que fui eu
toda a gente sabe que fui eu —
viu que fui eu. E então?
porque haveria de ter sido de outro modo?
Bernardo Pinto de Ameida, A Noite
Relógio D'Água, 2006
A Leitora, no seu infinito particular (V)
Luís Mourão
1.4.06 |
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